Falar no WhatsApp
Uma central humana acompanha o seu perímetro em tempo real, todos os dias do ano. Não é gravação para consultar depois: é alguém vendo enquanto acontece, com protocolo definido para cada tipo de evento.
O plano define o que é monitorado, em quais horários a ronda virtual passa e quem é acionado — portaria, morador, síndico ou autoridade — em que ordem.
Operador treinado na tela — verificação antes de qualquer acionamento.
Varredura dos pontos críticos nos horários que o plano definir.
Quem é chamado, em que ordem e em quanto tempo. Escrito em contrato.
O que aconteceu — e o que não aconteceu — documentado mês a mês.
Quem visita o seu condomínio não é um vendedor de equipamento. É um profissional com formação e vivência em segurança pública, que lê o lugar antes de propor qualquer coisa.
Perímetro, acessos, iluminação, pontos cegos e fluxo de pedestres, no local.
Rotina do bairro, horários críticos e articulação com o poder público local.
O que monitorar, em que horário e com qual protocolo de acionamento.
Equipamento pelo necessário, com markup declarado e prazo de instalação.
Estrutura ostensiva instalada na rua, com câmeras de alta definição e leitura de placas. Serve ao bairro inteiro e alimenta a mesma central que monitora o condomínio.
Modelo compartilhado entre moradores do mesmo trecho reduz o custo por família.
Reconhecimento automático com consulta a listas de interesse.
O totem comunica que a via é acompanhada — o efeito preventivo começa aí.
Um ponto atende múltiplos acessos e vias de fuga.
Imagem e alerta chegam ao operador, não a um HD esquecido.
Controle de entrada operado pela central, com atendimento por vídeo e VOIP dedicado. Atende até 100 apartamentos por central, com registro de cada liberação.
Substitui ou complementa a portaria física — a decisão sai do diagnóstico, não do catálogo.
Operador vê e conversa com quem chega antes de liberar.
Toda entrada e saída documentada, com horário e autorização.
Dimensionado por central, com redundância de link.
Portão social, garagem e cancela sob o mesmo protocolo.
Sensores de presença, abertura e pânico ligados à central. A diferença de um alarme comum: o disparo não toca no vazio — aparece na tela de um operador.
Operador confirma pela imagem antes de acionar terceiros.
Acionamento discreto pelo morador ou pela portaria.
Perímetro, área comum e acesso setorizados no plano.
Bateria e link redundante para queda de energia.
Projeto, instalação e manutenção de câmeras, cabeamento e gravação. É a camada que entrega imagem para a central — e a única que a maioria das empresas vende sozinha.
Vendemos equipamento com markup declarado de 30%. Você sabe o que paga.
Posição definida pelo diagnóstico, não pela metragem.
Visão noturna e detecção nos pontos que o plano exigir.
Retenção definida em contrato, com acesso auditado.
Falha de câmera é ocorrência: a central percebe e aciona.
Imagem de pessoa é dado pessoal. A Guard-On trata retenção, acesso e finalidade de forma explícita — em contrato, não em letra miúda.
O que é monitorado, por que e por quanto tempo é retido.
Quem viu qual imagem, quando e sob qual justificativa.
Prazo acordado e descarte documentado.
Orientação ao condomínio sobre suas obrigações como controlador.
Monitoramento urbano para municípios, com leitura de placas em vias de entrada e saída, integração com a guarda municipal e relatório de operação.
Área de atuação atual: 52 municípios a partir de Limeira-SP.
Pontos de entrada, corredores e áreas de concentração.
Fluxo de informação combinado com a guarda e a defesa civil.
Indicadores por período para prestação de contas.
Projeto dimensionado à faixa populacional da cidade.
No aplicativo, o morador consulta as câmeras, vê a ronda das últimas horas e conversa com o Miguel — o assistente que explica o que a central registrou, em linguagem de gente.